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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

UFPB sedia congresso para alunos de pós-graduação

Descrição para cegos: cartaz do evento. Consiste em desenho em xilogravura da mistura do Hotel Tambaú, Igreja de São Francisco e Farol do Cabo Branco, à esquerda, e à direita, o nome do evento, IV Coninter, entre o desenho de dois chapéus de couro. Abaixo, local e data do evento, João Pessoa, 1 a 4 de Novembro de 2017.

Por Rennan Ono

Chega a João Pessoa o VI Congresso Internacional Interdisciplinar em Sociais e Humanidades (CONINTER), que acontecerá na Universidade Federal da Paraíba, campus João Pessoa, de 1 a 4 de novembro. O evento será organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Públicas (PPGDH) da UFPB.
O congresso, que já está na sexta edição, visa o intercâmbio das pesquisas científicas e experiências acadêmicas entre pesquisadores e graduandos das áreas sociais e humanas.  Sob a temática “Epistemologias não coloniais e os desafios da construção do conhecimento interdisciplinar”, o IV CONINTER busca promover melhores condições de produção científica nas áreas de pesquisas sociais e de humanidades, frente aos desafios encontrados na realidade social latino-americana.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Direitos humanos ameaçados com novo Congresso


À luz das manifestações de junho do ano passado, que trouxeram promessas de renovação política e social, eleitores foram às urnas em outubro eleger representantes para cargos executivos e legislativos nos âmbitos federal e estadual. O resultado, no entanto, seguiu para o lado oposto do esperado. De acordo com o diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto Queiroz, "o novo Congresso é, seguramente, o mais conservador do período pós-1964".
Tal resultado representa uma grave ameaça à defesa dos direitos humanos, uma vez que um dos representantes mais expressivos do conservadorismo que nos aguarda em 2015 é Jair Bolsonaro. Militar da reserva, o deputado ficou famoso por declarações racistas e homofóbicas – como dizer que preferia ter um filho morto a um filho gay – além de defender a tortura e ditadura militar no Brasil. Vale ressaltar que Bolsonaro foi o terceiro deputado mais votado no País e o campeão de votos no Rio de Janeiro, estado que também elegeu Jean Wyllys, conhecido por sua proteção aos direitos humanos, em especial os da comunidade LGBT.