Apesar de a Constituição
de 1988, no capítulo V, conter vários itens que determinam a democratização da
comunicação social no Brasil, pouco dele é cumprido. Entre várias entidades que
lutam para reverter a situação, destaca-se o Coletivo Intervozes, atuante em 15
estados. Essa organização foi tema de entrevista no Espaço Experimental no dia 28 de maio.
Numa produção de Aracely Coutinho, Elidiane Ferreira e Neia
Alves, foram entrevistadas as jornalistas Mabel Dias e Raquel Baster,
integrantes do Intervozes na Paraíba.O programa Espaço Experimental é veiculado
todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz). Ouça a
entrevista clicando nos players. (Diego Fenas)
quarta-feira, 15 de junho de 2016
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Pesquisa analisa governança internacional sobre direitos autorais
A pesquisa recebe o título
Governança internacional dos direitos autorais: controvérsias entre
enforcement e flexibilização de direitos. Com ela se busca compreender os
embates políticos internacionais dos direitos de propriedade intelectual e a
sua interface com o desenvolvimento econômico. Coordenado pelo professor
Henrique de Menezes, o trabalho explorou os acordos internacionais e suas
demandas contraditórias encabeçadas por países desenvolvidos e em desenvolvimento,
sobre o fortalecimento ou flexibilização dessas regras. A repórter Rayssa
Melo entrevistou o professor Henrique de Menezes, do Departamento de
Relações Internacionais da UFPB. O programa Espaço
Experimental é veiculado todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM
(1.110 KHz). Ouça a entrevista clicando no player. (Diego Fenas)
sábado, 4 de junho de 2016
Disque 100 agora tem aplicativo
Por Diego Fenas
A Ouvidoria Nacional de Direitos
Humanos lançou recentemente um novo canal para que o cidadão possa fazer
denúncias de violação de direitos. O Disque 100, serviço de atendimento
telefônico, está disponível no aplicativo Proteja Brasil. Assim como no telefone,
as queixas realizadas através do aplicativo serão recebidas e examinadas para
que as providências sejam tomadas.
O aplicativo foi lançado inicialmente
para receber casos de violações contra crianças e adolescentes. Segundo dados
divulgados pela Ouvidoria, foram registradas 4.953 denúncias nos quatro
primeiros meses de 2016, mostrando ser uma ferramenta indispensável. O serviço
está disponível para a plataforma Android e IOS e com a nova atualização passou
a receber qualquer tipo de denúncia sobre violação. Além disso, é possível encontrar
o endereço, telefone e o caminho, através do mapa, para delegacias e órgãos que
ajudam no combate à violência.
Marcadores:
aplicativo,
atendimento,
denúncia,
Diego Fenas,
Disque 100,
Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos,
Proteja Brasil,
violação,
violência
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Desenvolvimento humano - caminho adiante
O diretor do Escritório do Relatório de Desenvolvimento Humano do PNUD, Selim Jahan, escreveu artigo sobre o Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH), que chega a sua 25ª edição neste ano. No texto, ele ressalta a importância do documento na construção do bem estar e na implementação informada de políticas. No artigo, Jahan faz uma comparação do mundo de hoje com a sociedade de 1990, ressalta o progresso humano na redução da pobreza, mas alerta que o progresso tecnológico pode significar riscos de exclusão. No texto, Jahan apresenta o tema do RDH de 2016, que é “Desenvolvimento Humano – O caminho adiante”. Leia, a seguir, o texto de Jahan. (Felipe Nunes)
terça-feira, 31 de maio de 2016
A saúde mental em “Bicho de sete cabeças”
Por
Aracely Coutinho
O filme
baseado em fatos reais conta, em um tom documental, a história de Neto, um
adolescente comum que passa pela fase da rebeldia habitual da idade. Sem
qualquer exame prévio, ele é internado de forma involuntária em um hospital
psiquiátrico após ser flagrado de posse de um cigarro de maconha. O pretexto
para essa internação é desintoxicação e reabilitação.
Lá ele é
tratado de forma agressiva e desumana pelos enfermeiros, que utilizam recursos
como choque elétrico na cabeça, injeções que causam terríveis dores musculares,
isolamento em cubículos escuros, como forma de tratamento e punição pelo mau
comportamento.
A trama
também mostra o arranjo familiar, com um pai conservador, grosseiro e desinformado,
e a mãe submissa ao chefe da família. A preocupação com a reputação da família
por ter um filho envolvido com drogas levou o pai a internar Neto, sem ter,
pelo menos, tentado conversar com o adolescente e procurado conhecer seus
problemas.
sábado, 28 de maio de 2016
A eutanásia em “Você não conhece o Jack”
Por Aracely Coutinho
“Quando um
paciente agonizante quer a morte, o médico deve cumprir seu dever mais forte.
Deve fazer não o que lhe vem à mente, mas atender um pedido consciente de uma
morte rápida, indolor e decente”. Essa é a fala do médico Jack Kevorkian, o
“doutor Morte”, nos primeiros minutos do filme.
A trama
baseada em fatos reais, conta a história de um médico em busca da legalização
para a eutanásia na década de 1990. Diante de doenças terminais, Jack defende
que o ser humano deve escolher a forma que deseja pôr fim à vida, de forma
digna e sem sofrimento. Para isso, ele busca apoio da irmã e amigos para
prestar o serviço médico aos mais de 130 doentes terminais que o procuraram. As
mortes assistidas aconteciam após uma entrevista gravada para comprovar que os
pacientes não eram clinicamente depressivos. Após isso, substâncias eram
injetadas via intravenosa e o enfermo morria.
Marcadores:
Aracely Coutinho,
Barry Levinson,
condenação,
direito,
ética,
eutanásia,
Jack Kevorkian,
moral,
morte,
suicídio assistido,
você não conhece o Jack
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Pesquisa avalia a efetivação dos direitos humanos no Polígono das Secas
terça-feira, 24 de maio de 2016
Os estereótipos da desigualdade
Por Diego Fenas
No
último dia 26, presenciei uma situação que me chamou atenção. Ao voltar para
casa em um coletivo, na Avenida Epitácio Pessoa adentrou um jovem que
aparentava 20 anos, maltrapilho, perguntando se algum passageiro poderia pagar
sua passagem, sendo atendido minutos depois.
domingo, 22 de maio de 2016
Pesquisa avalia decisões de cortes internacionais no tocante a direitos básicos
O objetivo é analisar o resultado de julgamentos dessas
cortes com vistas aos direitos econômicos, sociais e culturais em diferentes
países. Esses direitos, conhecidos como Desc, dizem respeito a itens como
saúde, educação, trabalho, moradia e saneamento. A pesquisa também faz uma
relação entre o IDH, que é o Índice de Desenvolvimento Humano, e a efetivação
dos Desc. Ela relaciona as sentenças condenatórias nas cortes interamericana,
europeia e africana e os direitos econômicos, sociais e culturais. A condenação
de um país é considerada um sinal de descumprimento desses direitos. O
pesquisador Filipe Lins, mestre em Antropologia Social, integra a equipe do
projeto. Ele esteve em Washington, capital dos Estados Unidos, para conhecer
como se dá o trâmite processual na Comissão Interamericana dos Direitos
Humanos. Eu o entrevistei sobre o assunto. A entrevista foi ao ar no programa
Espaço Experimental, que é veiculado todos os sábados na rádio Tabajara AM
(1.110 KHz). Ouça. (Felipe Nunes)
Marcadores:
cortes,
Desc,
Direitos,
educação,
Felipe Nunes,
Filipe Lins,
julgamento,
moradia,
saneamento,
saúde,
sentenças,
trabalho
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Professora estuda a crise hídrica mundial e o direito humano à água
O objetivo de Alessandra Franca, do Departamento de Direito Público da UFPB, é estudar a regulamentação do uso das águas fronteiriças. Essa regulamentação consiste em definir limites de usos e classificação de qualidade das águas compartilhadas por mais de um país. O trabalho começou com a tese de doutorado da professora sobre o Aquífero Guarani, que fica entre o Brasil e o Uruguai. A pesquisa também abrange os problemas oriundos da crise hídrica mundial. Para a professora Alessandra Franca, o direito à água está presente no direito à vida. Segundo ela, do reconhecimento até a garantia desse direito, há um longo percurso. Eu entrevistei a professora Alessandra Franca, autora da pesquisa. A entrevista foi ao ar no programa Espaço Experimental, que é veiculado todos os sábados na rádio Tabajara AM (1.110 KHz). Ouça a entrevista. (Felipe Nunes).
terça-feira, 17 de maio de 2016
Direito à vida é direito do humano
Por
Aracely Coutinho
A pena
capital é a legalização da morte pelo Estado, adotada em alguns países para
quem comete crimes hediondos. Essa é uma forma de se fazer justiça desde os primórdios
e, sempre que acontece algum crime com comoção popular, a sede de vingança
gerada na sociedade clama por penas mais severas, sendo a pena de morte uma
delas.
Assinar:
Postagens (Atom)










