Para além da
espiritualidade, o cristianismo influenciou o Direito ao longo dos séculos, e o
faz até os dias atuais. Como os evangelhos retratam e a História atesta, ao
reivindicar o título de Profeta, Jesus buscava o direito de modificar a Lei e
implantar uma nova filosofia social. Foi assim no campo das questões relativas
aos imigrantes.
Os cristãos primitivos, que
viviam sob a Lei Talmúdica - um conjunto de livros judeus que já traziam leis
sensíveis à vida – interpretaram-na segundo a ótica cristã. Eles eram
contrários ao divórcio, opunham-se à poligamia, defendiam a igualdade das
mulheres, dos escravos e também dos estrangeiros.










