segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Estudo analisa atuação do ministério público em ações contra anistia de torturadores


                           Descrição para cegos: foto de Heloísa Clara sorrindo para a câmera.

       O trabalho foi realizado por Heloísa Clara Gonçalves, no Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos da UFPB. A pesquisa estudou as ações judiciais propostas pelo Ministério Público contra militares que cometeram crimes na época da ditadura. Em 1979, já no findar do regime militar brasileiro, foi editada a Lei da Anistia. Ela perdoou os crimes considerados políticos e os crimes praticados por funcionários públicos e militares para manutenção do regimeEu entrevistei Heloísa Clara e produzi a matéria para o programa Espaço Experimental, na disciplina Oficina de Radiojornalismo no curso de Jornalismo da UFPB, que vai ao ar todos os sábados às 9h, na Rádio Tabajara AM (1110 KHz). (Luciana Duarte)


                                             

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Internacionalistas debateram formas de pensar a paz no século XXI

Descrição para cegos: foto da professora Matijascici sorrindo para a câmera.

       O debate fez parte do II Encontro Brasileiro de Estudos para a Paz, e teve como tema Pensar a Paz no Século XXI. Foi promovido pela Rede de Pesquisa em Paz, Conflitos e Estudos Críticos em Segurança. Os convidados discutiram o papel dos organismos internacionais na construção e manutenção da paz. Trataram ainda a escalada de tensão vivida externamente, com o conflito entre os Estados Unidos e a Coréia do Norte. Os diversos tipos de violência e os desafios para o estabelecimento da paz em zonas de conflito também foram questões levantadas. Compuseram a mesa os professores Ramon Blanco, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana; Áureo Toledo, da Universidade Federal de Uberlândia; Mariana Baccarini, da UFPB; Fernando Ludwing, da Universidade Federal do Tocantins; e Vanessa Braga Matijascici, da Universidade Federal de São Paulo. Em sua exposição, a professora Vanessa ressaltou processos que engendram a violência, como o narcotráfico e o terrorismo. Tratou ainda da violência sexual praticadas nas forças armadas estadunidenses e nas missões de paz. O repórter Samuel Amaral entrevistou a professora Vanessa Braga Matijascici para o Espaço Experimental, programa que vai ao ar todos os sábados, às 9h, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do curso de Jornalismo da UFPB. (Luciana Duarte)
                                 
                                             

Evento na UFPB discutiu paz e conflitos mundiais

    
Descrição para cegos: foto do professor Marcos Alan sentado à mesa da conferência, tendo diante de si uma placa com seu nome e uma garrafa d'água

       O II Encontro Brasileiro de Estudos para a Paz aconteceu de quarta a sexta-feira no Centro de Ciências Sociais Aplicadas. Com o tema Consolidação da Paz e a Superação de Conflitos no Século XXI, visou refletir sobre os desafios que a humanidade enfrenta. A Rede de Pesquisa em Paz, Conflitos e Estudos Críticos em Segurança foi a responsável pela organização. Os debates focaram o contexto mundial da paz, violência na América do Sul e fomento para estudos nessas áreas. Marcaram presença estudiosos de Relações Internacionais, alunos e professores brasileiros, além de convidados estrangeiros especialistas. A conferência de abertura discutiu O Paradoxo da Paz e do Poder, com ênfase no século XXI. Para falar sobre o assunto, foram convidados os professores Marcos Alan, da UFPB, e Oliver Richmond, da Universidade de Manchester. A repórter Luíza Araújo entrevistou o professor Marcos Alan para o Espaço Experimental, programa que vai ao ar todos os sábados, às 9h, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do curso de Jornalismo da UFPB. (Luciana Duarte)

                                        

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Audiência pública encerrou ciclo de eventos de combate ao tráfico humano

Descrição para cegos: foto da mesa do I Seminário Estadual de Enfrentamento ao Tráfico e Desaparecimento de Pessoas. Nela estão, da esquerda para a direita, profa. Michelle Agnoleti (UEPB), o deputado federal Luiz Couto, Vanessa Lima, do Comitê de Enfrentamento ao Tráfico e Desaparecimento de Pessoas, e Renata Braz, Coordenadora do Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Ministério da Justiça.
       
       A sessão foi presidida pela vereadora Sandra Marrocos e contou com plenário lotado. Durante a audiência foi ressaltada a importância do debate sobre o assunto e avaliadas as atividades da semana anterior. Dos eventos desenvolvidos mereceu destaque, pelo amplo conteúdo abordado, o I Seminário Estadual de Enfrentamento ao Tráfico e Desaparecimento de Pessoas, ocorrido no dia 28. As ações tiveram início no dia 24 e se encerraram na  segunda-feira, 30 de julho. Eu acompanhei as atividades do comitê e produzi a matéria para o programa Espaço Experimental, na disciplina Oficina de Radiojornalismo no curso de Jornalismo da UFPB, que vai ao ar todos os sábados às 9h, na Rádio Tabajara AM (1110 KHz). (Luciana Duarte)

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Comitê realiza atividades de conscientização sobre tráfico humano

Descrição para cegos: foto de um grupo de 13 pessoas em portão de embarque do aeroporto segurando uma faixa onde se lê: "30 de julho: Dia mundial de enfrentamento ao tráfico e desaparecimento de pessoas".

       A intenção do Comitê de Enfrentamento ao Tráfico e Desaparecimento de Pessoas é conscientizar a sociedade para esse tipo de crime. Além disso, objetiva implantar um sistema efetivo de atendimento às vítimas e contribuir para a consolidação de políticas públicas nessa área. As atividades começaram no dia 24 de julho e se encerram na segunda-feira 31 com audiência pública na Câmara Municipal.  Eu acompanhei as atividades do comitê e produzi a matéria para o programa Espaço Experimental, na disciplina Oficina de Radiojornalismo no curso de Jornalismo da UFPB, que vai ao ar todos os sábados às 9h, na Rádio Tabajara AM (1110 KHz). (Luciana Duarte)

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Comitê promove semana de eventos sobre combate ao tráfico humano

Descrição para cegos: foto de Vanessa Lima sorrindo.
       
       São oito dias de atividades, iniciadas segunda feira, até o dia 31. A iniciativa é do Comitê de Enfrentamento ao Tráfico de Seres Humanos na Paraíba, integrado por diversas Secretarias do Estado da Paraíba, bem como pelas Polícias Federais da União, Ministérios Públicos Federal e Estadual, Defensorias Públicas Federal e Estadual, Rede Um Grito Pela Vida, entre outros órgãos governamentais e não governamentais. O Comitê, criado em julho do ano passado, objetiva articular a rede de proteção e promover o enfrentamento da problemática no Estado.

domingo, 16 de julho de 2017

Uso da Lei Antimanicomial a favor dos viciados

Descrição para cegos: foto mostra grupo de moradores de rua reunidos numa praça, em situação de desalento. Em primeiro plano uma mulher deitada no chão sujo.

O promotor Haroldo Caetano, colunista do portal Justificando, aborda a aplicabilidade da Lei Antimanicomial em seus mais variados aspectos, criticando a atitude da Prefeitura de São Paulo, de apelar para a internação psiquiátrica compulsória, caracterizada por levar à força pessoas com transtornos mentais. No artigo, ele apresenta outras formas de reabilitação que estão presentes na lei e seriam aplicáveis aos usuários de substâncias psicoativas da região paulista denominada de Cracolândia. Leia o material completo aqui. (Allan Nunes)

terça-feira, 11 de julho de 2017

Redes livres: provedores de direitos

Descrição para cegos: ilustração com silhuetas de cores diversas representando pessoas diferentes. Acima de cada uma há um balão representando a comunicação entre elas. No chão, círculos estão interligados por linhas, remetendo a conexões.

Em artigo publicado no site Em Rede, a jornalista Bia Martins destaca as redes livres como alternativas a grandes provedores de telecomunicações, meio de contribuir com a inclusão digital e garantir o direito à comunicação e acesso à informação em comunidades carentes ou longínquas. Ela destaca projetos exitosos no Brasil, Espanha e México - onde se provê internet, telefonia, rádio e televisão - administrados pelas próprias comunidades, que contribuem para a liberdade de expressão, o acesso à cultura e ao conhecimento, além de serem fundamentais para o ativismo político e social. As conexões à internet via redes livres estão protegidas da vigilância, proporcionando privacidade e liberdade de comunicação; muito utilizadas nas mobilizações em 2013, no Brasil. Leia o artigo aqui (Anderson Santana)

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Livro que aborda pensamento político de filósofo italiano

Descrição para cegos: foto do professor Giuseppe Tosi olhando para a câmera.
Com o livro 10 Lições sobre Bobbio, Giuseppe Tosi apresenta algumas chaves de leitura do pensamento político de Norberto Bobbio. Da produção do filósofo, foram escolhidos temas a partir de afinidades eletivas e da sua relevância para o contexto brasileiro. Bobbio foi um mestre da Filosofia do Direito e da política contemporânea, que procurou uma síntese entre diversas tradições opostas. O livro integra a coleção 10 Lições Sobre, da Editora Vozes, que apresenta filósofos essenciais para a história. Ouça a matéria que a repórter Thaíse Lourenzo produziu para o Espaço Experimental, programa que vai ao ar todos os sábados, às 9h, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do curso de Jornalismo da UFPB. (Allan Nunes)


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Avanço do conservadorismo X vulnerabilidade social

Manifestantes em camburão da polícia
Descrição para cegos: foto de um portão de ferro diante do qual se vê passando, do pescoço para cima, um militar de capacete mundo de viseira transparente. Em duas pequenas aberturas do portão aparecem os rostos de 2 homens. Sobre o metal, pintado, é possível ver a seguinte inscrição: “J&K”.

    Em entrevista ao jornal digital Nexo, o Diretor de Programas da organização internacional Human Rights Watch, Ian Levine, avalia a atuação do Brasil na promoção dos direitos humanos no mundo e traça um panorama dos sistemas internacionais que vêm enfrentando descrença de parte da população global. Ele também alerta para as ameaças à proteção dos mais vulneráveis devido ao avanço do conservadorismo, que vem refletindo no preconceito e resistência de muitas nações no apoio aos 65 milhões de refugiados e destaca as dificuldades para propagar os valores dos Direitos Humanos devido a distorções ideológicas. Confira a entrevista completa aqui(Anderson Santana)

sábado, 24 de junho de 2017

V Colóquio de Fundamentos dos Direitos Humanos, com Adelaide Alves Dias

Descrição para cegos: foto da professora Adelaide Alves Dias falando no colóquio. Em primeiro plano está a câmera, em cujo visor aparece a imagem em gravação.

O V Colóquio de Fundamentos dos Direitos Humanos, realizado no dia 23 de março de 2017 para a disciplina Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos, do Curso de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba, teve como convidada a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Públicas da UFPB, professora Adelaide Alves Dias. Ela é Mestra em Psicologia Social pela instituição e Doutora em Educação pela Universidade Federal Fluminense. O Colóquio foi organizado por Allan Nunes, Anderson Santana, Bruno Marinho e Gustavo Alves.

CONFIRA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA

1 - Governo Temer e retrocessos na área de Direitos Humanos
A professora explica as mudanças nas políticas sociais com a chegada de Michel Temer ao poder e as consequentes perdas no âmbito de direitos fundamentais.



quinta-feira, 22 de junho de 2017

Carta de Brasília: Liberdade e Comunicação

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Descrição para cegos: Imagem da plenária realizada durante o 3º ENDC.
Homens e mulheres com as mãos levantadas em apoio às denúncias e
reivindicações contidas na carta.
   Lançada no 3º Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação(ENDC), realizado na Universidade de Brasília por iniciativa do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação(FNDC), a carta foi assinada por mais de 250 ativistas e militantes que reafirmaram o princípio da liberdade de expressão e de imprensa e o direito à comunicação como direitos fundamentais para o alcance de uma sociedade realmente democrática. O documento denuncia as agressões à profissionais de imprensa comprometidos com a ética, a manipulação e a seletividade de informações cometidas pelos grandes veículos de comunicação, a censura e a vigilância na internet. Reafirma, também, as lutas populares, além de reivindicar o Marco Regulatório dos meios de comunicação no país. Leia a carta aqui (Anderson Santana)

terça-feira, 20 de junho de 2017

Knox fala sobre direitos humanos e meio ambiente

Descrição para cegos: foto mostra o relator especial da ONU, Jonh Knox, de pé, falando ao microfone. Atrás dele aparece a mesa do evento onde estão sentados 6 outros convidados.
Em entrevista ao Portal Conectas, o relator especial da ONU, John Knox, comenta sobre o seu mandato e os rumos do Brasil na preservação do meio ambiente e dos direitos humanos. Ele classifica as suas obrigações enquanto relator, cita alguns casos em que os direitos humanos e o meio ambiente trabalham em conjunto na ocorrência de desastres, o papel do Brasil, de pioneiro em acordos à descumpridor dos próprios acordos assinados e futuras medidas de proteção aos defensores ambientais. Para conferir a reportagem completa clique aqui. (Allan Nunes)

domingo, 18 de junho de 2017

Camila Asano discorda dos vetos na Lei de Migração

Descrição para cegos: foto mostra grupo de homens despachando bagagem 
em um ônibus enquanto um funcionário guarda bolsas e malas no bagageiro.
Em entrevista à jornalista Claudia Rocha, do site Brasil de Fato, a coordenadora de política externa da Conectas Direitos Humanos, Camila Asano, critica vetos do presidente Michel Temer à nova Lei de Migração, que ampliaria o acesso aos direitos humanos e desburocratização na regularização de imigrantes no Brasil. Devido aos artigos vetados, os imigrantes não poderão exercer funções públicas e os que já estavam no Brasil até 6 de junho de 2016 perderam o direito à residência. Também foi vetado dispositivo que permitia livre circulação, transpondo fronteiras internacionais, de indígenas nas terras tradicionalmente ocupadas por eles. Acesse a entrevista clicando aqui. (Allan Nunes)