sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Atentado e regulação da mídia

                                                               
Nous Sommes Tous Charlie (Nós somos todos Charlie), manisfestantes reunidos em protesto histórico, no dia 11 de janeiro, em Paris - Joel Sagat/AFP
Diante do lamentável ataque terrorista à redação do semanário Charlie Hedbo que marcou o começo deste ano, e dos eventos que o seguiram, vários debates sobre a liberdade de expressão e de imprensa vêm sendo colocados na pauta da grande mídia brasileira. Posto como elemento básico no exercício da cidadania, o direito à comunicação tem sido evocado por parte desse grupo como fator constitucional indispensável, não devendo ser reprimido ou censurado.
Aproveitando-se desse argumento, a mídia hegemônica brasileira tem endossado forte oposição à regulação dos meios, medida anunciada pelo governo como pauta a ser debatida brevemente.
       
Para além da dicotomia “Je suis Charlie” e “Je suis pas Charlie”, e dos debates sobre terrorismo e liberdade de expressão, o texto das autoras Mônica Mourão e Bia Barbosa, ambas do coletivo Intervozes, traz também um breve panorama da regulação de mídia que existe na França e o ataque da imprensa de massa brasileira à proposta feita pelo governo de discutir a regulação econômica da mídia no Brasil.(Natan Cavalcante)

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